Agora sim sou eu, nua e crua, como nunca ninguém tinha visto, como tu nunca tinhas sentido. Deixei de me afetar com as feridas que marcavas em mim, agora sou eu não tu em mim!Talvez não gostes, talvez ninguém goste, contudo não tenho culpa, a vida que tu obrigaste-me a ter fez isto, não sou insensivel, apenas não me emociono com tanta facilidade, não sou egoista, aprendi a pensar em mim primeiro. Não mudei, apenas fiquei mais inteligente, se agora acham isto de mim a culpa é tua, minha? Talvez.
Fui cega, ignorei os avisos de reabilitação de quem me queria ajudar, não era amor, nem paixão, era droga! Totalmente viciante, da qual eu era dependente, chorava e nunca sorria, pensava que era o certo mas afinal era o errado. Devolveste-me? Não, eu tirei-te aquilo que outrora tiraste sem autorização, a minha vida.
Foi o último borrão que nas nossas cartas observaste, não que me tenha enganado, pois ai seriam demasiados, mas sim o último borrão da última lágrima que por ti chorou!
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