10 de outubro de 2011

Confessa-me, confessa-me todos os teus medos, os teus desejos, todas as angústias e objetivos, abre a tua alma à minha e confessa. Abre-a para mim que eu prometo tirar essa dor, ou ajudar a essa alegria. Colabora comigo, serve a minha vontade que eu faço o melhor para te voltares a sentir rei do de ti. Ajuda, ouve o que eu te grito e satisfaz esse meu desejo, fazes?
 Entregas a tua alma e confessas-me tudo? Ou o tudo que desejas que eu saiba? Mas fá-lo, mostra a confiança que me puseste e faze-o, era importante para mim, e para nós e para ti -acho-. Pela última vez abre a tua alma à inha que já viste, que já arrancas-te e que agora conheces, e assim tentarei seguir a promessa de que te ajudarei a superar a pior dor e a melhorar a melhor alegria que alguma vez tiveres. Serei eu, e não os outros, proque é em mim que metes a confiança e aos outros a palavra amiga!

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